Rh Negativo e a Espécie Com Amnésia

26/06/2017

O artigo a seguir, do site Ancient Code (que pode ser traduzido como "código ancestral"), traz um assunto extremamente importante a ser considerado acerca da origem dos indivíduos sobre a Terra: os tipos sanguíneos. O post examinado trata sobre a visão do Antropólogo e Autor Robert Sepehr, em seu livro "Species with Amnesia, Our Forgotten History" (Espécie com Amnésia, Nossa História Esquecida).

Existem mais de 30 classificações para os tipos sanguíneos humanos, e o sistema ABO (conhecido como A-B-zero) é apenas um deles. No entanto, traz a chave mais importante e prática para evitar a morte de seres humanos em massa, ou uma incidência altíssima de progênies inviáveis, causada pela compatibilidade entre os fatores Rh de casais, e de doadores e receptores para fins de transfusões sanguíneas.

Parece que o conhecimento desse detalhe básico --- isto é, que o sangue Rh negativo é incompatível com o sangue Rh positivo, além das incompatibilidades dos sangues com antígenos diferentes --- necessitou ser informado à humanidade visando a que essa morbidade não ocorresse de forma totalmente descontrolada. Essa notícia é transmitida de forma eficaz pelo sistema ABO de classificação sanguínea.

Note-se, contudo, que a informação mais sensível é sobre o fator Rh, que parece inviabilizar decisivamente as descendências provenientes de um cruzamento mútuo, o que é típico de uma intersecção entre espécies ou raças distintas entre si, de que resultam os cruzamentos estéreis, sem descendência.

Na era da informação, no entanto, e com o avanço dos meios propiciadores da reflexão a um número cada vez maior de pessoas, é óbvio que essa questão veio à tona e trouxe, consigo, as indagações sobre nossas origens, e se seríamos mesmo apenas uma espécie única a conviver na face do que chamamos hoje "Terra" na terceira dimensão.

Muitos pontos já nos conduzem a entender que, apensar da aparência externa semelhante que todos nós temos, algo muito sensível, que não a cor da pele ou os traços gerais externos do fenótipo, nos diferencia. Algo bastante silencioso como o sangue, para começar. E o sangue como expressão do DNA, este ainda mais silencioso, se bem que luminoso.

Como é de se esperar, dos frutos do celebérrimo "Projeto Genoma" pouco ou nada foi dividido conosco, e nossas crianças ainda continuam tendo as mesmas classes de Biologia que tínhamos antes desse Projeto, nessa escola concebida aos moldes nazistas (Pesquise Pilar Baselga), que apenas ensina aos que os controladores chamam de "ralé", ou "arraia miúda", a continuarem ignorantes e, consequentemente, obedientes, seguidores cegos de ordens alheias, com amnésia, sem saber de suas origens e, portanto, sem recursos mentais e espirituais para se enfrentarem com decisões de poder.

Muitos têm sido os autores que nos alertam para a diversidade de raças existentes sobre a Terra, dentre eles, o próprio Antropólogo Robert Sepehr, citado no artigo abaixo, além de Aug Tellez e praticamente todos os egressos de bases subterrâneas. Recentemente assisti à entrevista de Erin Green Hicks (também conhecida como Erin Rothschild) ao Projeto Camelot (assista aqui), e é desconcertante a desfaçatez como ela fala de sua origem extraterrestre e de sua mãe interdimensional.

A toda essa informação, some-se aquela trazida pelo Físico Orgânico Corrado Malanga de que apenas 25% das pessoas sobre a Terra possuem alma, segundo sua definição de alma, o que é confirmado, por exemplo, também pelos "supersoldados" Max Spiers, Sarah Adams e Aug Tellez.

Trata-se de informações que necessitam de harmonização em um arcabouço maior de entendimento para fazerem sentido consistente.

Por último, a análise crítica do discurso contido no artigo traduzido do site Ancient Code. A afirmação hipotética de que os portadores de Rh negativo sejam os extraterrestres, ou descendentes de extraterrestres, há que ser absorvida com o devido cuidado e critério. Ser "de origem extraterrestre", atualmente, é algo bastante "fashion", chique mesmo, ainda mais que a isso se adiciona a afirmação de que as famílias reais também possuem sangue do tipo Rh negativo.

A origem do sangue Rh negativo, não percamos de vista, é uma HIPÓTESE, não uma confirmação. E a propósito dos tipos sanguíneos dos membros das nobrezas espalhadas pelo mundo (europeu e oriental), certamente não se trata de informação objeto de publicidade fácil, e pode acontecer muito bem de que esteja sob sigilo, e que boatos ou desinformação estejam sendo "desovados" para provocar uma espécie de "virada de jogo", muito engenhosa e aos moldes do que é criado por serviços de inteligência (e contra-inteligência), encabeçados pela CIA, pelo MI6, pelo Mossad etc. Se o público está caminhando para odiar essas linhagens de nobreza, principalmente com as recentes descobertas de que possuem práticas abomináveis como pedofilia e canibalismo, ao se afirmar (sem provar) que possuem Rh negativo, e que são extraterrestres, e que os demais indivíduos com Rh negativo também seriam extraterrestres, estes, em minoria, poderiam ser atacados pela maioria com Rh positivo, que veriam nos Rh negativos o reflexo desses perversos "nobres reptilianos".

Enfim, nada está claro, e cumpre discernir exatamente que tipo de informação vem de onde, e que tipo de hipóteses estão sendo inseridas sutilmente nas mentes das massas, para se tornarem, em algum tempo - pela repetição e pela associação com figuras promovidas pela mídia de massa - perigosas "verdades inquestionáveis".

Apesar dessas necessárias reservas --- e reiterando ser a crítica acima ao post que promove o livro "Species with Amnesia", e não a seu autor ou à obra ---, deixo consignada minha grande admiração pelo trabalho do Antropólogo e Autor Robert Sepehr, cuja leitura recomendo, pois me parece fornecer uma visão mais ampla da história e da antropologia humanas. Seus vídeos, em seu canal do Youtube Atlantean Gardens, são bem produzidos e merecem a atenção de qualquer pesquisador de assuntos de fronteira. Nossas crianças mereciam as aulas luxuosas desse Antropólogo sobre povos, lugares, tradições, mitos, lendas etc etc etc.

Tipos Sanguíneos com Rh negativo e nosso DNA Álien: uma linhagem de outro mundo de uma espécie com amnésia

Por Ancient Code

Muito tem sido falado sobre o sangue com fator Rh negativo, e teorias que sugerem haver uma verdade enigmática afastada do conhecimento público, que liga seres humanos portadores de sangue Rh negativo a origens em outro mundo.

"Quem percebeu plenamente que a história não está contida em volumosos livros, mas vive em nosso próprio sangue?" - Carl Jung

Os seres humanos possuem quatro tipos gerais de sangue: A, B, AB e O, sendo essa uma classificação derivada a partir das proteínas encontradas na superfície das células, as quais são basicamente concebidas para travar guerra contra bactérias e vírus no corpo humano.

Se o fator Rh negativo é apenas uma mutação ou não, é algo que tem causado debate entre pesquisadores. Se fosse uma mutação, por que pessoas com sangue Rh negativo são conhecidas por terem vértebras extras? Isso, juntamente com o tipo sanguíneo, é explicado cientificamente como sendo uma "mutação".

No entanto, de acordo com o moderno sequenciamento de DNA, ficou demonstrado que a humanidade, como hoje é conhecida, não é apenas UMA única "raça" que descendeu do mesmo ancestral na África, mas uma espécie híbrida, com uma verdade muito mais enigmática por trás disso tudo.

Muitas questões foram levantadas para discussão sobre o sangue com fator Rh negativo. Se, de fato, a espécie humana se tivesse desenvolvido a partir de um mesmo ancestral africano, as teorias afirmam que todos os tipos sanguíneos seriam compatíveis, o que, lamentavelmente, não é o caso.

Isso levanta numerosas questões que a ciência sozinha não tem conseguido responder completamente. De onde veio o sangue do tipo Rh negativo? E por que (o corpo de) uma mãe com Rh negativo, carregando um feto com sangue Rh positivo, tenta rejeitar sua própria progênie? Seria possível que isso possa ser explicado por uma teoria bastante controversa? Uma teoria que sugere que a humanidade não é de fato uma raça, mas uma espécie hibridizada.

O livro "Species with Amnesia: Our Forgotten History" (Espécie com Amnésia: Nossa História Esquecida), de Robert Sepehr, nos diz mais sobre o enigmático tipo sanguíneo com fator Rh negativo. Não apenas "Species with Amnesia" sugere que a espécie humana é, de fato, uma espécie hibridizada, mas o autor também sugere que civilizações altamente avançadas estiveram na Terra antes de nós, apenas para serem destruídas por uma grande catástrofe global, como a história misteriosamente nos fala.

Sepehr argumenta que, para cada raça que se extinguiu (morreu), outra tomou seu lugar, com alguns poucos indivíduos selecionados para guardar as memórias e o conhecimento sagrado da raça anterior. Em nossa vaidade, pensamos ter descoberto algumas das maiores verdades da ciência e da tecnologia, mas nós estamos apenas começando a redescobrir a profunda sabedoria de civilizações passadas. Sob muitos aspectos, somos como uma Espécie com Amnésia em processo de despertar, desejando recuperar nosso passado esquecido.

O povo Basco da Espanha e da França tem a maior percentagem de pessoas portadoras de sangue com fator Rh negativo. Cerca de 30% da população têm Rh negativo (dois gens recessivos - rr), e algo como 60% são portadores de um gen recessivo (Rr).

"Existem 612 espécimes e subspécies de primatas reconhecidos pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN - International Union for Conservation of Nature), e nenhuma delas tem sangue Rh negativo." - Robert Sepehr, Species with Amnesia: Our Forgotten History.

O fator Rh - ou "Rhesus factor"-foi descoberto pela primeira vez no sangue do macaco Rhesus. De acordo com Sepehr, se a espécie humana tivesse evoluído do mesmo ancestral africano, seu tipo sanguíneo seria compatível, mas não acontece assim. Aproximadamente 85% de todos os seres humanos possuem sangue com fator Rh positivo, mas TODAS as famílias reais, todos os seus membros, têm Rh negativo.

Parece que a Ciência não consegue responder à questão: de onde vem o sangue com fator Rh negativo? Somos, de fato, uma espécie com amnésia? E seria possível que a verdade por trás de nossas origens seja mais enigmática do que pensamos?

Muitos acreditam que o sangue Rh negativo seria, dentre outros, um dos legados deixados na Terra pelos Annunaki.

Curiosamente, a cepa negativa do Rh é característica, por exemplo, da família real britânica, o que gerou teorias controversas sobre sua possível linhagem extraterrestre. Embora esta hipótese não tenha sido confirmada, as questões perturbadoras que gera flutuam no ar: como o mundo civilizado reagiria ao fato de que uma pequena porção da população da Terra possui um código genético que foi alterado no passado distante por seres extraterrestres altamente avançados?


Post Original:

Bloodtype Rh negative and our Alien DNA: An otherworldly lineage of a species with amnesia 


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