Conversa com Felícia Noel - Brasil

15/04/2017

Hoje tive o prazer de conversar, via Skype, com Felicia Noel. Conosco, dois amigos queridos, Thiago e Beatriz. Lógico que o assunto com Felícia esteve em torno do que é pra lá de transcendental, assuntos de fronteira, aqueles que mostram à alma que essa realidade é apenas uma pequeníssima fração do verdadeiro universo. E que a realidade é muito maior, mais significativa e maravilhosa que aquilo que a maioria conhece hoje. Só se armando com a coragem de desapegar de crenças limitantes se pode despertar e aproveitar os novos tempos já presentes, disponíveis para a humanidade.

Conheci Felícia por intermédio de Lily Kolosova, e conheci Lily por intermédio de Aug Tellez. 

Aug Tellez encontrei na minha busca pela verdade, por entender o que acontece nesta realidade. Ainda bem que encontrei Aug, pois considero seu trabalho um dos mais significativos com que já tive contato. Ademais, todas as suas indicações são da envergadura daquilo de que ele, Aug, tem sido porta-voz.

Aug Tellez, assim como aqueles que conheci por seu intermédio, Felícia inclusive, falam a verdade diretamente, sem rodeios, sem jogos de esconder ou decifrar. Evidentemente, necessário formar uma cultura acerca do tema, e quem tem uma busca pela verdade, em geral possui, essa cultura, que se inicia pelo conhecimento esotérico.

Atenção apenas para o "ponto de inflexão" que estamos vivendo em termos de informação, em que esse programa de "full disclosure" (algo como "transparência total") - aparentemente liderado pelo que hoje se conhece como Solar Warden - vai questionar e revolucionar tudo o quanto pensamos saber até agora. É preciso estar aberto e intimamente comprometido com essa busca, pois as informações de Aug Tellez, Lily Kolosova e Felícia vão sacudir todas as suas convicções, sejam elas religiosas, científicas, políticas, filosóficas, além de trazer um desenrolar histórico totalmente

Mas, voltando à Felícia, ela é romena, mora nos EUA, e alega ser hiperbóera. Na verdade, ela esclarece que somos todos hiperbóreos, pois desta civilização-raiz derivou o DNA primordial da humanidade, aquele que está sendo despertado agora, neste momento histórico. Ela tem o DNA hiperbóreo totalmente desperto, e, assim como tantos outros atualmente, vem a público para discutir assuntos de extremo interesse a todos portadores desse DNA humano primordial.

Participaram de nossa conversa com Felícia o Thiago e a Beatriz.

Facebook do Thiago

Facebook da Beatriz

Em nossa conversa, entre muitos assuntos que correram naturalmente, discutimos sobre a forma como "ser é criar", e que nosso estado de espírito deve ser o  mais "humano" possível para que criemos uma realidade "humana". O que significa isso? Significa que temos que cultivar um estado de ânimo de alegria, de paz, de harmonia com tudo ao nosso redor, um estado de "joy of being", ou seja, devemos desejar a alegria de viver. O estado de gratidão e de alegria de viver a cada instante é que criam uma nova linha de tempo, uma realidade compatível com nossa natureza humana.

Estar presente em tudo o que se faz, fazer tudo com amor, estar em estado de empatia com cada ser vivo e cada detalhe da criação são "ingredientes" imprescindíveis.

Cultivar a arte é essencial. A alma precisa criar, precisa apreciar a criação artística. Assim ela se alimenta, assim ela se ilumina. 

Algo interessante que Felícia nos contou é que não se pode "curar" uma linha de tempo. As linhas de tempo são o que são. Nossa frequência é que deve ser modificada para captarmos, digamos, outra "estação" de rádio, ou outra linha de tempo que nos seja mais aprazível. 

Segundo Felícia, essa mudança de linha de tempo ocorre de maneira natural. Talvez seja o estado em que a vida começa a se tornar bela, em que começamos a realizar sonhos, a encontrar pessoas queridas que estão realmente disponíveis para compartilhar sentimentos elevados conosco.

Outro assunto impressionante sobre o qual trocamos ideia é acerca da imortalidade dos verdadeiros seres humanos. Para os seres humanos, aqueles portadores do DNA primordial, não existirá morte, a menos que algum de nós deseje passar por essa experiência, que é só uma experiência. Nós estamos aqui, agora, para experimentar o despertar, a consciência e autoconsciência, para relembrarmos nossa verdadeira identidade, entender o que ocorre neste falso constructo, e nos libertarmos dele, se quisermos, e nos transferirmos à linha de tempo original de Gaia, apropriada à experiência de seres dotados de alma e da chama do criador.

Segundo Felícia, a solução é individual, pois cada ser humano é um universo inteiro singular e único, com livre arbítrio, que escolhe seu próprio caminho.

Sendo seres eternos e dotados da chama criadora da Fonte da Vida, o ser humano está onde está para viver intensamente. Não para ser escravizado ou submetido a uma rotina que o desumaniza e normaliza. Viver intensamente é cultivar a "alegria de ser", ou "joy of being", ou a "joie de vivre". E ser é criar.

Felícia nos convidou a assistir aos seus hangouts com Lily Kolosova, e assegurou que, mesmo não entendendo a língua (inglês), suas palavras estão carregadas de uma frequência que a alma entenderá perfeitamente, e que a ajudará a se recordar. Pois tudo o que precisamos é recordar nossas origens divinas.

Hiperbórea I - Além do Universo Holográfico

Hiperbórea II - A "Ancoragem do Ser" - A Nova Rede

Alguns irmãos estão nos ajudando a recordar. Aproveite a ocasião única para sair de uma linha de tempo repleta de destruição e engano, para transmutar-se a outra linha de tempo onde a Natureza está pujante de vida e beleza, como ela realmente está e sempre esteve.

Bem vindo a um novo tempo.