O DESVELAMENTO, O JOGO, O HOMEM INTERIOR

O Desvelamento é descrito como "O Desvelamento do Conhecimento Oculto e das Idades da Humanidade", quando a humanidade é finalmente confrontada com a verdade da realidade. Isso é inevitável, pois este é todo a questão da realidade. Isso já ocorreu, e todos os que não experimentaram isso ou tiveram suas mentes apagadas e não receberam suas memórias, ou estão dentro de um sistema simulado de dilação de tempo, onde estão efetivamente vivendo em um passado remoto.

Os Observadores, A Roda, Enoch, Ezequiel

Todos estão no jogo. A sociedade e o tempo têm de somar perfeitamente para uma conclusão ou, de outra forma, tudo é apagado. Esta é a última chance, e isso é um indício da aproximação de uma conclusão ao invés de um "fim".

A conclusão é a marcação de uma "nova" era da civilização. No mesmo sentido, o fim de uma era é o início de uma nova era. Há uma conclusão do tempo quando a humanidade se torna imortal, e esta é a profecia do "fim dos dias", cujo verdadeiro significado é, na verdade, o "fim da morte".

Isso também pode ser comparado ao fim do atual sistema de biologia e neurologia e o início de algo novo, seja "orgânico" ou "tecnológico".

Toda essa realidade é uma forma de naturezas "tecnologia" e "orgânica" combinadas. A natureza é uma forma de tecnologia. O corpo é uma forma de tecnologia. Contudo, o ser original não é necessariamente tecnologia da mesma ordem. Assim, a tecnologia é criada pelo homem não é necessariamente a tecnologia criada por uma mente superior.

Apenas uma quantidade limitada de interação com aqueles que não estão dentro desta sociedade - dos que estão para a frente e para trás, ou no futuro e no passado - é permitida, caso contrário, o equilíbrio da sociedade é interrompido por padrão.

Um evento de nível de extinção é o resultado padrão da interrupção permanente do equilíbrio. Isso aconteceu várias vezes ou "quase" aconteceu, e medidas estão sendo tomadas para garantir a continuidade e resolver as interrupções.

Os três dias de escuridão se supõem acontecerem no fim dos tempos, quando a "alça de tempo" (o timeloop) é concluída. Isso aparentemente já ocorreu múltiplas vezes, quando vários elementos desta realidade foram "trocados" visando a manter a continuidade em face das perturbações previstas.

Uma das explicações é de que o corrente grupo de poder supra-mundo destruiu o sol e o substituiu por um constructo artificial.

Isso é para evitar as labaredas solares, mas também para minimizar a destruição.

O principal é que, nos modelos antigos, a sociedade se desintegra, as pessoas se tornam como animais, a infraestrutura e os sistemas de controle - que existem para supostamente distribuir comida, água, suprimentos, informação -, tudo desmorona sob a pressão (do evento de reset), e as pessoas recorrem a um nível básico de desejos e de consciência.

Existem sistemas de contingência. No entanto, isso (a utilização desses sistemas de contingência) não pode ser totalmente evitado sem introduzir medidas opressivas, as quais podem resultar em perda permanente de certas liberdades (ou todas). É um ou outro: a liberdade com as escolhas ruins das pessoas (estado de natureza - N. do T.), ou a segurança sem a opção de fazer más escolhas (contrato social hobbesiano - N. do T.).

No vídeo anterior, dizer que levaria uma semana para explicar 5 minutos do que nos foi mostrado incluiu um pouco de ego, mas é realmente verdade e serve como um parâmetro. Isso ajuda a descrever o conceito de que as pessoas serão sobrecarregadas pela informação não filtrada da realidade, e, assim, o primeiro passo para tornar isso possível é preparar as pessoas para serem sobrecarregadas.

A partir do último reset (aniquilamento de uma civilização e soerguimento de outra civilização nova; exemplo: o dilúvio; isso é o que acontece quando há uma "alça de tempo" ou um timelooping, a reinicialização da civilização - N. do T.), todos foram misturados e houve multiplicação de pessoas e de tempos. As pessoas acrescidas não existiam anteriormente no paralelo original, e são consideradas como sendo replicantes, gerados pelo sistema de controle numa tentativa de retardar a liberação daqueles originais que estão profundamente dentro do sistema, e impedir-lhes de perceber a verdade (trata-se de um sistema de 9 camadas veladas de uma matrix temporal, uma fazenda de almas, um sistema de "não-realidade").

Tudo é um show. Até mesmo clones são utilizados nos eventos mundiais. Ou as pessoas que supostamente morreram morreriam de qualquer forma de causas naturais, e são simplesmente cooptadas por agentes. O último método não é relevante até esse ponto, não da forma descrita.

Se alguém tem nível máximo de acesso à informação e tem clareza sobre esta realidade, como se estivesse em um sistema ou realidade maior, essa realidade se torna como um jogo. Somente o que é necessário se torna "parte do jogo", enquanto qualquer outro tipo de ação ou comportamento se torna desnecessário e, consequentemente, inapropriado.

Por exemplo, se alguém pode "ver tudo", então, todos que estão participando em uma ação desnecessária eventualmente irão ter que responder por seus atos. Não existe forma de "esconder" os atos de alguém, e suas intenções serão reveladas, porque todas as informações eventualmente serão públicas. Assim, aqueles que estão causando dano a outros para levar vantagem ou para se sustentar, de uma forma que seja desnecessária para sua própria sobrevivência, é parte do "jogo" porque todo o sistema é essencialmente "livre" ou restrito simplesmente àquilo que as pessoas querem.

Assim, ninguém pode dizer que foi forçado a fazer nada, a menos que seja para ajudar na libertação do todo, e toda a ação ou desequilíbrio pessoal eventualmente é visto e revelado pelo que realmente é, e, como tal, compreende-se que esse tipo de comportamento não ganha nada exceto uma "lição de ego" por todos os envolvidos.

Assim, as razões e os ganhos que as pessoas percebem neste nível são essencialmente ilusórios, ou parte do "jogo", e não há perda real, mas também, a ação imprópria não traz nenhum ganho real. Assim, os "pontos" do sistema, os ganhos e as perdas, não são materiais, não são mantidos no nível deste campo de jogo, mas são mantidos em espírito, mente e coração no nível acima deste reino - onde, ou a pessoa está respeitando a si mesma e vivendo de acordo com a natureza eterna de sua alma, ou ela está contaminando esses valores ao viver em subordinação ao corpo ou somente aos valores inferiores.

Se um grupo tem acesso a todo o tempo e espaço, às mentes de todas as pessoas, às verdadeiras intenções por trás dos bastidores, ao começo e ao fim, aos materiais ilimitados ou ao poder neste plano, então, o único caminho real para eles é garantir um equilíbrio através do todo, de acordo com o poder superior da alma, da harmonia, da verdade, do conhecimento e do livre-arbítrio. Assim, o respeito ao livre-arbítrio é outra maneira de olhar para o único ganho verdadeiro, e o desrespeito ao livre-arbítrio é a única maneira de olhar para a única perda real.

Da mesma forma, a única identidade é a do todo, e, assim, aquele que vive de acordo com a escravidão da ilusão do ego se perde e não conhece realmente o Ser.

Aqueles que vivem desinteressadamente, de acordo com a mente superior, que vivem além da fisicalidade e da identidade pessoal, têm o companheirismo do Cósmico e, na verdade, são eles mesmos. No entanto, isso não é exterior, nem descrito em termos materiais ou físicos, mas na harmonia entre um momento e outro, especificamente entre as naturezas ou essências superiores e inferiores, e a capacidade de transcender a função de polaridade ilusória da mente para contrastar o que é conhecido e percebido agora como 'reais' e o que não é conhecido e percebido agora como 'não real'. Esta é apenas uma flutuação semelhante às marés. A maré baixa não é menos oceano do que a maré alta, tanto quanto a expiração não é menos importante do que a inspiração, ou acordar e dormir, comer e expulsar, ouvir e falar. Sem um, não há outro. Um é o outro de outra perspectiva e, se não há um terceiro para testemunhar ambos os lados, então nem existem. Sem alguém para ouvir, não existe tal coisa como falar. Pode-se falar consigo mesmo, mas esta não é a mesma dinâmica, a menos que se tenham duas mentes, o que eles têm.

Eles acham que derrubar uma burocracia corrupta é a maneira de salvar as pessoas.

Cada sujeito interior é descoberto. Por isso, são necessários agentes duplamente duplos. Agentes sem trilha de papel e sem verificação.

O Diabo é um homem interior.

Nós já somos imortais.


Post Original: 

The Unveiling, The Game, The Inside Man